lunes, 28 de junio de 2010

Beber de otras fuentes - Por Sergio Sinay

Oxígeno / Diálogos del alma

Domingo 27 de junio de 2010


Señor Sinay: muchas veces se considera y se cataloga a las personas que no beben vino u otras bebidas alcohólicas como aburridas. No consumo esas bebidas porque no me gustan y soy una persona sumamente sociable. Aunque busco, promuevo y vivo a pleno los momentos de sociabilidad, con frecuencia soy juzgada y debo explicar públicamente por qué no bebo alcohol. Siento la represión social frente a un acto de voluntad, de deseo, de libertad. Percibo que el alcohol no siempre se consume por placer y que muchas personas con dificultades de socialización lo utilizan como recurso individual para poder adaptarse a los parámetros que predominan en las reuniones sociales. Estas actitudes de intolerancia me hacen pensar en las dificultades que tenemos como sociedad para respetar al otro y aceptar las diferencias. Si trasladamos este hecho de la vida privada a la vida pública podríamos entender por qué nos cuesta tanto sostener y consolidar nuestra democracia.
Sofia Gol


Podemos comer, dormir, trabajar, reproducirnos. Podemos hacerlo durante muchos años y parecer satisfechos. Pero la vida humana es más que eso, tiene un sentido que cada persona debe descubrir en su propio viaje existencial. ¿Debe? ¿Dónde está escrito así? Hay quienes discuten que haya un sentido en la vida. Sin embargo, cuando sólo nos limitamos a cumplir con lo vegetativo nos acompaña un constante, sutil y profundo malestar. "Por más que tengamos todos los bienes deseados podemos sentirnos vacíos. Estoy seguro de que el motivo de nuestros desvelos no es tanto el miedo a la muerte como el temor a que nuestra vida no haya trascendido en el mundo", escribe el rabino Harold Kushner, en Cuando nada te basta . ¿Qué es trascender? Ir más allá de de uno, encontrarse de algún modo con los otros, dejar, gracias a ese encuentro (que puede darse de mil maneras diferentes) una huella en el mundo.
La trascendencia de cada vida es algo a plasmar por quien la vive. Cuando la tarea no se asume, sobreviene la angustia. El sentido que anida en cada vida es la fuente de los valores. Si no hay sentido, nada vale. O, peor, vale todo. La angustia ante la tarea existencial postergada, lleva a buscar analgésicos de efecto rápido. Los bienes materiales, el consumo, la diversión compulsiva. Todos, considerados como fines en sí. Fines que, una vez alcanzados, se disuelven, no entregan respuesta a la pregunta de fondo. La vida, entonces, se hace líquida, como acertadamente la describe el sociólogo polaco Zygmunt Bauman a lo largo de su obra ( Vida líquida , El amor líquido , La globalización , Vidas de consumo , entre otros títulos). Nada permanece, se necesita siempre más. La respuesta no aparece, la angustia avanza.
"Un tercio de mis pacientes no padece de una neurosis definible en términos clínicos, sino que sufre por la insensatez y la futilidad de sus vidas", informaba Carl Jung en El hombre moderno en busca de su alma . "Esta es la neurosis general de nuestros tiempos". Aparecen ofertas oportunistas de escape a la angustia. El alcohol es una. Si hay un sabor que el alcohol no tiene, es el del encuentro. Nadie se encuentra con el otro en medio del vaho etílico. Consumido compulsivamente en cantidades industriales, el alcohol aísla a cada quien en su más dolorosa soledad, anula la memoria de quién se es, qué se busca y a qué se pertenece. Cuando una sociedad no puede divertirse sin alcohol (o sin otras sustancias) quizás ha debilitado gravemente los lazos entre sus miembros, y un gran número de éstos necesita una densa neblina que le impida mirar adentro de sí, observar al otro, conectarse con él. El alcohol remplaza al diálogo, a la experiencia compartida, al acompañamiento real en búsquedas sinérgicas, a la cooperación existencial. Soledades angustiadas beben simultáneamente. Quien no se suma, anuncia con su actitud que hay otras formas de divertirse, concientes del encuentro, forjando un vínculo, trascendiendo. Y molesta. Tiene que ser descalificado, es "aburrido", "amargo", "reprimido". Curiosa proyección, ya que quienes sólo se divierten con alcohol han de ser muy aburridos cuando falta esa bebida. Muy reprimidos, si sólo pueden expresarse cuando el alcohol les anula la conciencia. Y autoritarios, como dice nuestra amiga Sofía, si imponen el suyo como único camino. Hay formas amigables de celebrar con alcohol, verdaderos rituales de amistad. Y hay muchas fuentes donde beber, sin alcohol, el néctar de la diversión y del encuentro Acaso, después de todo, se bebe como se vive.

sergiosinay@gmail.com

miércoles, 23 de junio de 2010

Para rir um pouco ! Um poema dele para ela e vice-versa !

*POEMA ESCRITO POR ELE:*


Que feliz sou eu, meu amor!*
Já, já estaremos casados,*
O café da manhã na cama,*
Um bom suco e um pão torrado*

Com ovos bem mexidinhos*
Tudo pronto bem cedinho*
Depois irei para o trabalho*
E você para o mercado*

Daí você corre pra casa*
Rapidinho arruma tudo*
E corre pro seu trabalho*
Para começar o seu turno*
Você sabe que de noite*
Gosto de jantar bem cedo*
De ver você bem bonita*
Alegre e sorridente*

Pela noite minisséries*
Cineminha bem barato*
Nada, nada de shoppings*
Nem de restaurantes caros*

Você vai cozinhar pra mim*
Comidinhas bem caseiras*
Pois não sou dessas pessoas*
Que gosta de comer besteiras....*

Você não acha, querida*
Que esses dias serão gloriosos?*
Não se esqueça, meu amor*
Que logo seremos esposos!*


*POEMA ESCRITO POR ELA*

Que sincero meu amor!*
Que oportunas tuas palavras!*
Esperas tanto de mim*
Que me sinto intimidada*

Não sei fazer ovo mexido*
Como sua mãe adorada,*
Meu pão torrado se queima*
De cozinha não sei nada!*

Gosto muito de dormir*
Até tarde, relaxada*
Ir ao shopping fazer compras*
Com o Visa tarja dourada*

Sair com minhas amigas,*
Comprar só roupa de marca*
Sapatos só exclusivos*
E as langeries mais caras*

Pense bem, que ainda há tempo*
A igreja não está paga*
Eu devolvo meu vestido*
E você seu terno de gala*

E domingo bem cedinho*
Prá começar a semana,*
Ponha aviso num jornal*
Com letras bem destacadas:

HOMEM JOVEM E BONITO*
PROCURA ESCRAVA BEM LERDA*
PORQUE SUA EX-FUTURA ESPOSA*
MANDOU ELE IR À MERDA!*

CASAR-SE DE NOVO... Por Arnaldo Jabor

Meus Amigos separados não cansam de perguntar como consegui ficar casado 30 anos com a mesma mulher. As mulheres sempre mais maldosas que os homens, não perguntam a minha esposa como ela consegue ficar casada com o mesmo homem, mas como ela consegue ficar casada comigo.

Os jovens é que fazem as perguntas certas, ou seja, querem conhecer o segredo para manter um casamento por tanto tempo. Ninguém ensina isso nas escolas, pelo contrário.
Não sou um especialista do ramo, como todos sabem, mas dito isso, minha resposta é mais ou menos a que segue:

Hoje em dia o divórcio é inevitável, não dá para escapar.. Ninguém agüenta conviver com a mesma pessoa por uma eternidade. Eu, na realidade já estou em meu terceiro casamento - a única diferença é que casei três vezes com a mesma mulher.

Minha esposa, se não me engano, está em seu quinto, porque ela pensou em pegar as malas mais vezes que eu. O segredo do casamento não é a harmonia eterna. Depois dos inevitáveis arranca-rabos, a solução é ponderar, se acalmar e partir de novo com a mesma mulher.
O segredo, no fundo, é renovar o casamento e não procurar um casamento novo. Isso exige alguns cuidados e preocupações que são esquecidos no dia-a-dia do casal. De tempos em tempos, é preciso renovar a relação. De tempos em tempos é preciso voltar a namorar, voltar a cortejar, seduzir e ser seduzido.

Há quanto tempo vocês não saem para dançar? Há quanto tempo você não tenta conquistá-la ou conquistá-lo como se seu par fosse um pretendente em potencial? Há quanto tempo não fazem uma lua-de-mel, sem os filhos eternamente brigando para ter a sua irrestrita atenção?
Sem falar dos inúmeros quilos que se acrescentaram a você depois do casamento. Mulher e marido que se separam perdem 10 kg em um único mês, por que vocês não podem conseguir o mesmo? Faça de conta que você está de caso novo.

Se fosse um casamento novo, você certamente passaria a freqüentar lugares novos e desconhecidos, mudaria de Casa ou apartamento, trocaria seu guarda-roupa, os discos, o corte de cabelo, a maquiagem. Mas tudo isso pode ser feito sem que você se separe de seu cônjuge.

Vamos ser honestos: ninguém agüenta a mesma mulher ou o mesmo marido por trinta anos com a mesma roupa, o mesmo batom, com os mesmos amigos, com as mesmas piadas .

Muitas vezes não é a sua esposa que está ficando chata e mofada, é você, são seus próprios móveis com a mesma desbotada decoração. Se você se divorciasse, certamente trocaria tudo, que é justamente um dos prazeres Da separação.

Quem se separa se encanta com a nova vida, a nova Casa, um novo bairro, um novo circuito de amigos. Não é preciso um divórcio litigioso para ter tudo isso. Basta mudar de lugares e interesses e não se deixar acomodar.

Isso obviamente custa caro e muitas uniões se esfacelam porque o casal se recusa a pagar esses pequenos custos necessários para renovar um casamento.
Mas se você se separar, sua nova esposa vai querer novos filhos, novos móveis, novas roupas e você ainda terá a pensão dos filhos do casamento anterior.

Não existe essa tal 'estabilidade do casamento' nem ela deveria ser almejada. O mundo muda, e você também, seu marido, sua esposa, seu bairro e seus amigos.

A melhor estratégia para salvar um casamento não é manter uma 'relação estável', mas saber mudar junto.

Todo cônjuge precisa evoluir estudar, aprimorar-se, interessar-se por coisas que jamais teria pensado em fazer no inicio do casamento.

Você faz isso constantemente no trabalho, porque não fazer na própria família? É o que seus filhos fazem desde que vieram ao mundo.

Portanto, descubra a nova mulher ou o novo homem que vive ao seu lado, em vez de sair por aí tentando descobrir um novo interessante par.

Tenho certeza que seus filhos os respeitarão pela decisão de se manterem juntos e aprenderão a importante lição de como crescer e evoluir unidos apesar das desavenças.

Brigas e arranca-rabos sempre ocorrerão: por isso de em quando é necessário casar-se de novo, mas tente fazê-lo sempre com o mesmo par.

Um bonito conto de Paulo Coelho.

Um homem, o seu cavalo e o seu cão iam por um caminho.

Quando passavam perto de uma árvore enorme, caiu um raio e os três morreram fulminados.
Mas o homem não se deu conta de que já tinha abandonado este mundo, e prosseguiu o seu caminho com os seus dois animais (às vezes os mortos andam um certo tempo antes de tomarem consciência da sua nova condição…)

O caminho era muito comprido e, colina acima, o Sol estava muito intenso; eles estavam suados e sedentos.

Numa curva do caminho viram um magnífico portal de mármore, que conduzia a uma praça
pavimentada com portais de ouro.

O caminhante dirigiu-se ao homem que guardava a entrada e travou com ele, o seguinte diálogo:

- Bons dias.
- Bons dias – Respondeu o guardião.
- Como se chama este lugar tão bonito?
- Aqui é o céu.
- Que bom termos chegado ao Céu, porque estamos sedentos!
- Você pode entrar e beber quanta água queira. E o guardião apontou a fonte.
- Mas o meu cavalo e o meu cão também têm sede...
- Sinto muito – disse o guardião – mas aqui não é permitida a entrada de animais.

O homem levantou-se com grande desgosto, visto que tinha muitíssima sede, mas não pensava em beber sozinho. Agradeceu ao guardião e seguiu adiante. Depois de caminhar um bom pedaço de tempo encosta acima, já exaustos os três, chegaram a um outro sítio, cuja entrada estava assinalada por uma porta velha que dava para um caminho de terra ladeado por árvores...

À sombra de uma das árvores estava deitado um homem, com a cabeça tapada por um chapéu. Dormia, provavelmente.

- Bons dias – disse o caminhante.
O homem respondeu com um aceno.
- Temos muita sede, o meu cavalo, o meu cão e eu.
- Há uma fonte no meio daquelas rochas – disse o homem apontando o lugar.
- Podeis beber toda a água que quiserdes.

O homem, o cavalo e o cão foram até à fonte e mataram a sua sede.

O caminhante voltou atrás, para agradecer ao homem.

- Podeis voltar sempre que quiserdes – respondeu este.
- A propósito, como se chama este lugar? – perguntou o caminhante.
- CÉU.
- O Céu? Mas, o guardião do portão de mármore disse-me que ali é que era o Céu!
- Ali não é o Céu, é o inferno – contradisse o guardião.
O caminhante ficou perplexo.
- Deverias proibir que utilizem o vosso nome! Essa informação falsa deve provocar grandes confusões! – advertiu o caminhante.
- De modo nenhum! – respondeu o guardião – na realidade, fazem-nos um grande favor, porque ficam ali todos os que são capazes de abandonar os seus melhores amigos…
Paulo Coelho.

Um homem Inteligente Falando das Mulheres - Luiz Fernando Veríssimo

O desrespeito à natureza tem afetado a sobrevivência de vários seres e entre os mais ameaçados está a fêmea da espécie humana.

Tenho apenas um exemplar em casa,que mantenho com muito zelo e dedicação, mas na verdade acredito que é ela quem me mantém. Portanto, por uma questão de auto-sobrevivência, lanço a campanha 'Salvem as Mulheres!'

Tomem aqui os meus poucos conhecimentos em fisiologia da feminilidade a fim de que preservemos os raros e preciosos exemplares que ainda restam:

Habitat

Mulher não pode ser mantida em cativeiro. Se for engaiolada, fugirá ou morrerá por dentro. Não há corrente que as prenda e as que se submetem à jaula perdem o seu DNA. Você jamais terá a posse de uma mulher, o que vai prendê-la a você é uma linha frágil que precisa ser reforçada diariamente.

Alimentação correta

Ninguém vive de vento. Mulher vive de carinho. Dê-lhe em abundância. É coisa de homem, sim, e se ela não receber de você vai pegar de outro. Beijos matinais e um 'eu te amo’ no café da manhã as mantém viçosas e perfumadas durante todo o dia. Um abraço diário é como a água para as samambaias. Não a deixe desidratar. Pelo menos uma vez por mês é necessário, senão obrigatório, servir um prato especial.

Flores


Também fazem parte de seu cardápio – mulher que não recebe flores murcha rapidamente e adquire traços masculinos como rispidez e brutalidade.


Respeite a natureza

Você não suporta TPM? Case-se com um homem. Mulheres menstruam, choram por nada, gostam de falar do próprio dia, discutir a relação? Se quiser viver com uma mulher, prepare-se para isso.

Não tolha a sua vaidade

É da mulher hidratar as mechas, pintar as unhas, passar batom, gastar o dia inteiro no salão de beleza, colecionar brincos, comprar muitossapatos, ficar horas escolhendo roupas no shopping. Entenda tudo isso e apoie.

Cérebro feminino não é um mito

Por insegurança, a maioria dos homens prefere não acreditar na existência do cérebro feminino. Por isso, procuram aquelas que fingem não possuí-lo (e algumas realmente o aposentaram!). Então, aguente mais essa: mulher sem cérebro não é mulher, mas um mero objeto de decoração. Se você se cansou de colecionar bibelôs, tente se relacionar com uma mulher. Algumas vão lhe mostrar que têm mais massa cinzenta do que você. Não fuja dessas, aprenda com elas e cresça. E não se preocupe, ao contrário do que ocorre com os homens, a inteligência não funciona como repelente para as mulheres.

Não faça sombra sobre ela

Se você quiser ser um grande homem tenha uma mulher ao seu lado, nunca atrás. Assim, quando ela brilhar, você vai pegar umbronzeado. Porém, se ela estiver atrás, você vai levar um pé-na-bunda.


Aceite: mulheres também têm luz própria e não dependem de nós para brilhar. O homem sábio alimenta os potenciais da parceira e os utiliza para motivar os próprios. Ele sabe que, preservando e cultivando a mulher, ele estará salvando a si mesmo.

É, meu amigo, se você acha que mulher é caro demais, vire gay.

Só tem mulher quem pode!

Luiz Fernando Veríssimo

martes, 8 de junio de 2010

Deus existe según Albert Einstein



Una manera brillante de probar que Dios existe. No podría ser diferente tratándose de una mente como la de Albert Einstein.

un abrazo
Pierre

Una cuestión de principios - Por Sergio Sinay

Oxígeno / Diálogos del alma
Una cuestión de principios
Por Sergio Sinay
6 de junio de 2010


Señor Sinay: he vivido 53 años de acuerdo con mis principios, llevando una vida sin logros trascendentes o exitosos. Sigo amando a mi esposo, a pesar de fuertes crisis de pareja; tengo un hijo que ya es mayor de edad, aunque no fue la naturaleza quien me lo envió; he dejado de practicar mi carrera de contadora por no primar lo económico, aunque ahora estoy replanteándomelo por necesidad, y estoy estudiando algo que difícilmente signifique una salida laboral, como es la carrera de acompañante terapéutica, tema que me interesa muchísimo. ¿Estaré honrando a la vida si con las capacidades que recibí no llego a hacer algo para los demás? María Inés de Vita

El filoso Groucho Marx (1890-1977), actor, escritor, feroz observador de las conductas humanas e integrante, con sus hermanos Harpo, Chico y Zeppo, de los inolvidables Hermanos Marx, ironizó así alguna vez: "Estos son mis principios; si no les gustan, tengo otros". Quien acomoda sus principios a las circunstancias puede sacar ventajas, pero acaso no encuentre respuestas satisfactorias a la pregunta que se hace nuestra amiga María Inés. Ella dice que vivió de acuerdo con sus principios; sin embargo, no se adjudica logros exitosos o trascendentes. ¿Qué es un logro exitoso? ¿El que puede medirse en cantidad de dinero o bienes acumulados? ¿Qué es un logro trascendente? ¿El que se cuenta según la cantidad de páginas o pantallas televisivas ocupadas con la propia imagen? ¿O por la fama o el poder adquiridos sea como fuere? ¿Los logros son tales solo si se pueden mostrar? Hay muchas personas que cambian sus principios con frecuencia, como sugería Groucho, y gracias a ello obtienen ganancias, puestos, figuración. Son, según las medidas convencionales, personas "exitosas". En términos puramente formales y exteriores, trascienden.
La verdadera trascendencia, sin embargo, transita otro camino. Consiste en ir más allá de uno mismo para dejar el mundo un poco mejor de como lo encontramos. El psicoterapeuta y filósofo estadounidense Sheldon Kopp (1929-1999) la definía así en Al encuentro de una vida propia: "Es el camino de las personas corrientes que llevan una vida cotidiana activa y hacen honor al poder superior que hay dentro de ellas relacionándose amorosamente con los demás". Ese poder superior no es algo mágico ni esotérico, nada que se exhiba como los efectos especiales de una película. Se trata de una cualidad propia e intransferible, una perla depositada en el interior de cada persona que sólo ella puede descubrir y ofrecer al mundo. "Con demasiada frecuencia llevamos una vida diseñada por otros", escribe Kopp. "Pero todos tenemos la libertad, el derecho y la responsabilidad de vivir nuestra vida." Esa elección definirá nuestra ética, es decir los valores y principios que respetaremos y el modo en que lo haremos.
En el relato de María Inés se adivina una serie de elecciones que fueron trazando un itinerario existencial. Y se la ve ante una nueva instancia de elección en donde para la decisión cuenta la presencia del otro, del prójimo cercano o mediato. Será un nuevo logro, sin duda, aunque no se atenga a los requisitos que una sociedad exitista y resultadista exige como prenda.
En mi opinión, la vida total se honra en cada vida individual, en la forma que cada persona elige para estar en el mundo. Cuando se habla de "la" vida se menciona una abstracción. Esta deja de serlo cuando la vemos manifestarse en su forma más concreta, encarnada en cada ser. Esto hace que cada quien sea necesario. Si se desgaja la propia vida del conjunto al que pertenece y al que de algún modo se debe, en ese malgasto (más allá de éxitos aparentes) se empobrece la existencia en su totalidad. "Poco importa si lo que tienes que hacer es insignificante. Hazlo tan bien como puedas. Pon en ello tanta atención y tanto cuidado como si se tratara de lo más importante que llevas entre manos", aconsejaba Gandhi. Y respondía con anticipación a la pregunta que hoy nos ocupa acerca de los modos de honrar la vida. En un evangelio apócrifo que imaginó Borges se lee: "Nada se edifica sobre la piedra, todo sobre la arena, pero nuestro deber es edificar como si fuera piedra la arena". Es otra respuesta para la misma pregunta. Podría decirse, a la luz de estos pensamientos, que honrar la vida es una cuestión de principios. Se la enaltece eligiendo un camino y transitándolo con coherencia. Siempre que ese camino no nos aleje de nuestra pertenencia al mundo y de nuestros deberes hacia los otros.

sergiosinay@gmail.com

Las "Cuatro Leyes de la Espiritualidad"

En la India se enseñan las
"Cuatro Leyes de la Espiritualidad"

La primera dice:
"La persona que llega es la persona correcta".
Es decir que nadie llega a nuestras vidas por casualidad, todas las personas que nos rodean, que interactúan con nosotros, están allí por algo, para hacernos aprender y avanzar en cada situación.

La segunda ley dice:
"Lo que sucede es la única cosa que podía haber sucedido".
Nada, pero nada, absolutamente nada de lo que nos sucede en nuestras vidas podría haber sido de otra manera. Ni siquiera el detalle más insignificante. No existe el: "si hubiera hecho tal cosa...hubiera sucedido tal otra...". No. Lo que pasó fue lo único que pudo haber pasado, y tuvo que haber sido así para que aprendamos esa lección y sigamos adelante. Todas y cada una de las situaciones que nos suceden en nuestras vidas son perfectas, aunque nuestra mente y nuestro ego se resistan y no quieran aceptarlo.

La tercera dice:
"En cualquier momento que comience es el momento correcto".
Todo comienza en el momento indicado, ni antes, ni después. Cuando estamos preparados para que algo nuevo empiece en nuestras vidas, es allí cuando comenzará.

Y la cuarta y última:
"Cuando algo termina, termina".
Simplemente así. Si algo terminó en nuestras vidas, es para nuestra evolución, por lo tanto es mejor dejarlo, seguir adelante y avanzar ya enriquecidos con esa experiencia.

Creo que no es casual que estén leyendo ésto.
Si este texto llega a nuestras vidas hoy, es porque estamos preparados para entender que ningún copo de nieve cae alguna vez en el lugar equivocado !
Vive Bien. Ama con todo tu Ser.
Y se Inmensamente Feliz !